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Ciclo de Aniversário: 2 anos de Benedita Cineclube!

fevereiro 27, 2012

 

O Benedita Cineclube fica no Espaço Cultural Sinhá Prado – Av. Virgílio de Melo Franco, 481 – Cambuquira-MG

Entrada Franca!

Outubro no Benedita Cineclube

outubro 4, 2011

Fevereiro no Cineclube

fevereiro 14, 2011

Após a queda do ditador egípcio Hosni Mubarak, o Benedita Cineclube discute o regime militar no Brasil (1964–1985), com a exibição dos curtas do programa “Anos de Chumbo” e do longa “Jango”.

E o mês de fevereiro se encerra com uma sessão especial para as crianças no sábado, 26/2 às 16h!


GAROTO CÓSMICO, de Alê Abreu

junho 16, 2010

A próxima sessão no Benedita Cineclube é dedicada às crianças.

Sábado, 19/6, às 4 da tarde será exibido GAROTO CÓSMICO (2007), ótimo longa de animação infantil de Alê Abreu.

“O longa de estréia de Alê Abreu prende a platéia, tenha ela dente de leite ou dentadura.”
O GLOBO
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“Cinema para criança com responsabilidade pedagógica, carinho artístico e inteligência.”
DIÁRIO DE PERNAMBUCO
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“Animação brasileira surpreende ao investir em tom humanista.”
“Nestas férias, Garoto Cósmico chega a tempo de salvar o Verão”
FOLHA DE S.PAULO
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“Nossa aventura barroco-científica.”
ESTADO DE S.PAULO
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“Um trabalho quase artesanal para ressaltar uma história em que os artistas circenses são heróis na luta contra um planeta sem alma, mecânico e padronizado.”
CORREIO BRASILIENSE
* * *

“Garoto Cósmico é prova inquestionável de que há talento nacional disponível para o desenvolvimento de grandes filmes de animação por aqui.”
OMELETE
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Sinopse

Cósmico, Luna e Maninho são crianças de um mundo futurista, onde as vidas são totalmente programadas. Certa noite, buscando mais pontos para obterem um bônus na escola, os três perdem-se no espaço e descobrem um universo infinito,  esquecido num pequeno circo. Depois de muita brincadeira e tantas novas experiências, o mundo da programação envia um representante especial para resgatá-los. É hora de escolherem seus próprios caminhos.

Trailer

Equipe Técnica

Direção: Alê Abreu

Produção executiva: Lia Nunes

Elenco / Vozes

Cósmico: Aleph Naldi

Luna: Bianca Rayen

Maninho: Mateus Duarte

Giramundos: Raul Cortez

Já-Já: Wellington Nogueira

Capitão Programação: Márcio Seixas

Bailarina: Vanessa da Mata

Záz-Tráz: Belchior

Bola: Melina Anthis

Perna: Gustavo Kurlat

Apresentadora Space TV: Vera Villela

Bicho: Marcelo Autuori

Cantores abertura e encerramento

Adriana Capparelli

Eduardo Leão

Sérgio Rufino

Participação especial

Arnaldo Antunes

Roteiro: Alê Abreu, Sabina Anzuategui, Daniel Chaia, Gustavo Kurlat

Músicas e letras: Gustavo Kurlat

Edição de som: Ricardo Reis e Miriam Biderman

Montagem: Cristina Amaral

Produção musical: Ruben Feffer e Renato Lemos

Animação: Alê Abreu

Assistente de animação: Daniel Pudles

Assistente de animação digital: Priscilla Kellen

Intervalação: Daniel Pudles, Midori Sato e Priscilla Kellen

Assistentes: Orlando Cappi Closs e Jorge Zugliani

Animação 3D: Gilberto Caserta

Arte final: Marília Nunes e Taís Rios

Cenários: Alê Abreu

Leitura de som: Maurício Mendes e Drika Ooki

Coordenação de lip sync: Midori Sato

Lip Sync: Alexandre Barreto, Drika Ooki e Marília Nunes

Produtora de elenco: Paula Pretta

Preparação de elenco infantil: Fabiana Prado

Mixagem: Álamo

Laboratório de imagem: MegaColor

O Benedita Cineclube acontece no Espaço Cultural Sinhá Prado – Av. Virgílio de Melo Franco, 481 – Cambuquira-MG.

GAROTO CÓSMICO – sáb, 19/6, 16h – classificação livre.

Entrada gratuita.


CAVALINHO AZUL, dir Eduardo Escorel, BRASIl-RJ, 1984

abril 25, 2010

cena de Cavalinho Azul, de Eduardo Escorel

O mês de maio no Benedita Cineclube começa com uma sessão para o público infantil.

No próximo sábado, 1º/5, às 16h serão exibidos CAVALINHO AZUL, longa-metragem de Eduardo Escorel, 1984, 94 min e PORTINHOLAS, curta produzido por 150 alunos da rede municipal de ensino de fundamental de Vitória-ES, 2003.

Trata-se do programa 9 da Programadora Brasil que reuniu filmes inspirados na literatura, na pintura e no teatro brasileiro voltados para o público infanto-juvenil e que homenageiam grandes autores do gênero a partir das suas obras: Portinholas, do livro homônimo da escritora Ana Maria Machado, é o resultado de um projeto realizado com 150 crianças da rede pública, pelo Instituto Marlin Azul/Projeto animação, em Vitória- ES. As crianças criaram e animaram o curta que, como no livro, faz uma viagem ao mundo das artes através da pintura de Portinari. O Cavalinho Azul, filme em longa metragem de Eduardo Escorel, baseou-se na peça homônima, escrita pela teatróloga infantil Maria Clara Machado. A obra de Escorel, realizada em 1984, já é considerada um clássico do cinema infantil.

O CAVALINHO AZUL

Sinopse

Era uma vez um menino, chamado Vicente, que tinha um cavalo, para seus pais, um velho pangaré marrom, bem feio e magro. Para Vicente, um lindo cavalo azul. Passando dificuldades, os pais vendem o pangaré para comprar mantimentos. Recuperar ser cavalinho azul é a missão e a aventura de Vicente.

Ficha Técnica

Direção: Eduardo Escorel

Roteiro: Sura Berditchevsky e Eduardo Escorel

Elenco: Pedro de Brito, Ana Cecília Guimarães, Alby Ramos, Carlos Wilson, Ariel Coelho, Breno Moroni, Renato Consorte, Joana Fomm, Nelson Dantas, Carlos Kroeber, Bia Nunes, Maria Clara Machado e Erasmo Carlos.

Empresa(s) Co-produtora(s): Cinefilmes Ltda
Produção Executiva: Eduardo Escorel e Breno Kuperman
Direção de Produção: José Arthur Swartz
Coordenação de Produção: Sonia Faerstein
Direção Fotografia: José Tadeu Ribero
Montagem/Edição: Gilberto Santeiro
Direção de Arte: Maurício Sette
Sound Designer: Virgínia Flores

PORTINHOLAS

Sinopse

Maria Luiza, uma adolescente de 14 anos, descobre no livre “Portinholas” e nos quadros de Portinari o encantamento da vida e do mundo da arte.

imagem do curta Portinholas

Ficha Técnica

Direção: 150 alunos da rede mun. de ensino de fundamental de Vitória – ES
Roteiro: 30 alunos da rede mun. de ensino fundamental de Vitória
Elenco: Vozes: Meiryelle do Rosário e Glecy Coutinho
Empresa(s) Co-produtora(s): Instituto Marlin Azul
Produção Executiva: Beatriz Lindenberg
Direção de Produção: Lucia Caus
Coordenação de Produção: Babriela Nogueira
Montagem/Edição: Ana Rita Nemer e Beatriz Lindenberg
Direção de Arte: Os Alunos
Técnico de Som Direto: Kiko Miranda
Edição Som: Kiko Miranda
Sound Designer: Kiko Miranda
Descrições das Trilhas: Alunos do Projeto Vale Música – Orquestra Jivem e congo na Escola

Outros curtas coordenados pelo Instituto Marlin Azul e desenvolvidos pelos alunos das escolas de Vitória já foram exibidos na MOSCA – Mostra Audiovisual de Cambuquira (www.mostramosca.com.br), como Albertinho, Vitória para mim, Ele e Encontro em Marte.

Prêmios

-IV Festival Brasileiro Estudantil de Animação – Animarte (RJ) – 2005 – 3º Lugar Júri Profissional/ Ensino Médio/Fundamental
-26º Festival de Havana (Cuba) – 2004 – Menção Honrosa
-Cine-Pe – Festival do Audiovisual (PE) – 2004 – Melhor Trilha Sonora Original e Prêmio Especial do Júri/Animação
-FAM – 8º Florianópolis Audiovisual Mercosul (SC) – 2004 – Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Animação em Curta-Metragem de 35mm
-27º Festival Guarnicê (MA) – 2004 – Menção Honrosa

CRÍTICA – Cavalinho Azul

Viagem fantástica pelo universo infantil , por Januário Guedes

O filme O Cavalinho Azul, feito no início dos anos 1980, conserva sua vitalidade estética e o seu interesse narrativo duas décadas depois. Baseado em peça teatral de Maria Clara Machado, autora, diretora e professora de atores do teatro dito ?infantil?, encanta gente de todas as idades. Nas mãos do diretor Eduardo Escorel, este clássico da dramaturgia brasileira transforma-se em cinema da melhor qualidade. Privilegiando a invenção, o filme é um périplo narrativo, ou seja, uma viagem pelo imaginário mítico de uma criança. O roteiro opta por se expressar como esse imaginário e não sobre ele. O resultado é uma obra em que o universo infantil é explicitado em toda a sua complexidade e inocência. Neste universo, podem se misturar, por exemplo, conhecimentos de geografia adquiridos na escola com uma outra geografia ?mental? (que só existe na cabeça do personagem principal, Vicente), o que, nos dias de hoje, poderia ser entendido como um espaço virtual.

O garoto Vicente vive em um sítio no interior e é muito apegado a um cavalo usado em serviço por seu pai. Inconformado com a venda do animal, sai pelo mundo à sua procura. Mundo imaginário, como aquele do circo que encontra no caminho, com uma garota espectadora chamada Maria (que se torna sua amiga), um palhaço boa-praça e músicos-vilões que o acompanham. Nas aventuras atrás do fantástico cavalinho azul, inventado por sua fértil imaginação, Vicente encontra outros personagens pelo caminho, como a Fada (seria uma feiticeira), representada pela própria Maria Clara Machado e o Cowboy. Toda a história é narrada por João de Deus, encarnação do próprio Deus, que intervém no transcurso da narrativa, conduzindo Vicente ao final de sua busca imaginária.

Como complemento do programa, o curta-metragem Portinholas surpreende pela inventividade de seus autores e o curioso de seu enredo. É uma animação, feita por 150 crianças de escolas públicas de Vitória (ES), participantes de oficinas de cinema. O filme é inspirado no livro do mesmo nome, escrito por Ana Maria Machado, e ilustrado por telas do pintor Cândido Portinari. Narra, misturando cenas reais, a história de uma garota que, cansada da violência que vê na televisão, mergulha literalmente no espaço do livro e da pintura de Portinari, caminhando por suas telas que representam o universo infantil, com tudo que tem de encantamento e beleza.

fonte: Programadora Brasil

Castelo Rá Tim Bum, o filme!

março 23, 2010

Próxima sessão: 27/3, sempre às 4 da tarde!

CASTELO RÁ TIM BUM, O FILME, de Cao Hamburger – BRASIL-SP, 1999, ficção, 105 minutos – classificação livre.

Inspirado na série de TV que encantou gerações.

Desta vez, Nino Stradivarius (interpretado no filme por Diegho Kozievitch) deve começar escrever em seu livro de magia e dar início à sua aprendizagem como feiticeiro. Por ser um garoto diferente dos outros, ele sai em busca de amigos comuns, mas descobre que sua vida, e a de todos do castelo, está ameaçada.

Tudo começa com a chegada de Tia Losângela (Marieta Severo), a ovelha negra da família que rouba o livro de Morgana, tirando-lhe os poderes. O castelo perde a vida e os tios de Nino transformam-se em fantoches da megera. Muitas coisas acontecem e Nino se vê como o único que pode salvar seus tios do encanto da malvada Losângela.

A nova trama cria um universo mágico e envolvente. Em meio a grandiosos e belos cenários, Cao Hamburguer deu vida à história de uma peculiar família feiticeira que, com o passar dos anos, tem de enfrentar pessoas más e interesseiras como Losângela, além dos especuladores imobiliários Abobrinha (Pascoal da Conceição) e Rato (Matheus Nachtergale).

Crítica

UM BOM EXEMPLO ISOLADO, por Neusa Barbosa

Inserido numa tradição cinematográfica como a brasileira, que sempre dedicou restrito espaço aos filmes infanto-juvenis, Castelo Rá-Tim-Bum, o filme teve de inventar o próprio caminho. Pisando nas próprias pegadas, o diretor Cao Hamburger partiu da série de sucesso, criada por ele e Flávio de Souza nos anos 1990 e que igualmente marcou época, mas infelizmente não fez escola.

A inexperiência de Hamburger em longa-metragem — foi este o seu primeiro — não constituiu obstáculo para que se lançasse à produção do projeto com a ambição compatível. Dezenas de versões de um roteiro assinado por seis colaboradores — além do diretor —, seis meses de pré-produção, uma equipe de 685 artistas e técnicos e um orçamento de R$ 7,5 milhões garantiram uma estrutura narrativa e visual sólida e atraente.

A seriedade com que se tratou aspectos como escolha de atores — incluindo a ousadia de trocar o protagonista da série de TV, Cássio Scapin, por um garoto desconhecido, Diegho Kozievitch —, além de cenários, figurinos, maquiagem, bonecos, efeitos especiais, some trilha sonora, estendeu-se ao compromisso de manter a história antenada a um sentimento infantil que trafega na fascinação pela descoberta e foge do banal como o diabo da cruz.

O contraste entre a estranheza do mundo bruxo, governado por feitiços, e a suposta normalidade da realidade exterior sustentam o humor sutil, extraído de situações como o desejo inusitado do feiticeirinho Nino de estudar numa escola comum e tomar um prosaico café-com-leite.

Bebendo em referências pop como as séries de TV A família Addams e Os monstros, e antecipando a febre Harry Potter— que invadiria as livrarias e telas em escala planetária nos anos 2000 —, o enredo busca também abrasileirar essas influências. Um bom exemplo está na dupla de apatetados vilões Rato (Matheus Nachtergaele) e Dr. Abobrinha (Pascoal da Conceição), herdeiros dos comediantes das chanchadas dos anos 1940 e 1950, como Oscarito e Grande Otelo.

Ancorada na contemporaneidade, que acirra o contraste coma antiguidade dos feiticeiros, a história costura organicamente referências ao contexto urbano. Mais de uma vez enxerga-se o entorno de prédios e vias expressas de São Paulo e insinua-se a especulação imobiliária, que é a motivação da aliança entre Abobrinha e a bruxa Losângela (Marieta Severo) — uma vilã histriônica descendente direta da Carlota Joaquina, personagem que interpretou no filme iniciador da Retomada, Carlota Joaquina — Princesa do Brasil.

Sendo esta ou não sua intenção, Cao Hamburger fez o cinema anti-Xuxa e Os Trapalhões, em um exemplo que poderia pavimentar uma nova estrada para o cinema brasileiro infantil de qualidade. Entretanto, como isso custa caro, continuam a faltar produtores nacionais para projetos mais sofisticados como este.

Tal como no enredo do filme, parece que só a cada 400 anos um novo alinhamento dos planetas permite que surja no Brasil um filme infantil sem vergonha de assumir-se como tal e que respeite a inteligência desse público mirim, numeroso e quase sempre órfão de boas opções, tanto em cinema quanto na TV.

Trailer

Ficha Técnica

Direção: Cao Hamburger
Roteiro: Argumento e Roteiro Final: Cao Hamburger / Colaboradores do roteiro: Anna Muylaert, José Rubens Chassereaux, José de Carvalho, João Emanuel de Carvalho, Fernando Bonassi, Victor Navas
Elenco: Marieta Severo, Rosi Campos, Sergio Mamberti, Diegho Kozievith, Pascoal da Conceição, Mayara Constantino, Leandro Léo
Produtora: AF CINEMA E VIDEO LTA. / CESSIONARIA: POLITHEAMA E FILMES LTDA.
Produção Executiva: Van Fresnot
Direção de Produção: Caio Gullane e Fabiano Gullane
Direção de Fotografia: Marcelo Durst
Fotografia de Cena: Werington Kermes
Montagem: Michael Ruman
Direção de Arte: Clovis Bueno e Vera Hamburger
Figurino: Verônica Julian
Maquiagem e Cabelo: Fabio Namatame
Técnico de Som: Romeu Quinto
Edição de Som: Mirian Biderman
Trilha Original: André Abujamra e Lulu Camargo

Sobre a trilha:

“ÓPERA AREPÓ” com a participação de Rosi Campos s Sérgio Mamberti (de André Abujamra) “ESTRANHO, NÃO, DIFERENTE” por Karnak com a participação do elenco infantil do filme (de André Abujamra e Mauricio Pereira) “AMIGOS NORMAIS” por Karnak com a participação do elenco infantil do filme (de André Abujamra e Paulinho Moska) “MAU,FEIO,SUJO” com a participação de Zafrica Brasil (de André Abujamra) O Karnak é Bateria Kuki Stolarsky Baixo Sérgio Bartolo Guitarras Edu Cabello e André Abujamra Teclado Lulu Camargo Trumpete Marcos Bowie Sax Hugo Hori

Participação em festivais e prêmios:

·The Chicago International Childrens Film Festival, 2000,
·Associação de Críticos de Arte de São Paulo, 2000.
·Carrousel International du Film de Rimouski – Quebec, Canadá, 2001.
·Sprockets Toronto International Film Festival for children, 2000.
·I Mostra Internacional de Cinema Infantil de Florianópolis, 2002.
·Grande Prêmio Cinema Brasil, Melhor Direção de Arte

Prêmios: ·The Chicago International Childrens Film Festival, 2000, Melhor Filme Internacional
·Associação de Críticos de Arte de São Paulo, 2000. Melhor Filme para Criança
·Carrousel International du Film de Rimouski – Quebec, Canadá, 2001. Melhor Filme
·Sprockets Toronto International Film Festival for children, 2000. Melhor Filme
·I Mostra Internacional de Cinema Infantil de Florianópolis, 2002. Melhor Filme
·Grande Prêmio Cinema Brasil, Melhor Direção de Arte

fonte: Programadora Brasil

O Mágico de Oz, Victor Fleming, EUA, 1939

março 10, 2010

No próximo sábado, dia 13, às 16h, O MÁGICO DE OZ  será exibido no Benedita Cineclube.

Para crianças e adultos!

Dirigido por Victor Fleming, o clássico “O Mágico de Oz” de 1939 é a mais famosa das adaptações para o cinema dos livros da série “Terra de Oz”, do norte-americano L. Frank Baum, que escreveu os primeiros 14 livros da série. Ruth Plumly Thompson, publicou os próximos 19 livros e outros 7 foram escritos por diversos autores que são denominados como os “Famosos Quarenta”, a maioria desses livros foram publicados por Reilly & Britton (posteriormente Reilly e Lee).

“The Wonderful Wizard of Oz” é o primeiro livro da série que relata as aventuras da menina Dorothy Gale, do Kansas, na fantástica Terra de Oz.

capa original do livro publicado em 1900, que deu origem ao filme "O Mágico de Oz".

SINOPSE

A garota Dorothy vive no Kansas e é levada por um tornado até a mágica Terra de Oz, onde faz amizade com um espantalho, um homem de lata e um leão covarde. Juntos, eles vão procurar o mágico que pode realizar seus desejos.

GALERIA DE CARTAZES

FICHA TÉCNICA

título original: The Wizard of Oz

gênero:Musical

duração:01 hs 41 min

ano de lançamento:1939

estúdio:Metro-Goldwyn-Mayer

distribuidora:Metro-Goldwyn-Mayer / Warner Bros.

direção: Victor Fleming

roteiro:Noel Langley, Florence Ryerson e Edgar allan Woolf, baseado em livro de L. Frank Baum

produção:Mervyn LeRoy

música:Harold Arlen

fotografia:Harold Rosson

direção de arte:Cedric Gibbons

figurino:Edwin B. Willis

edição:Blanche Sewell

ELENCO

Judy Garland (Dorothy Gale)

Frank Morgan (Prof. Marvel / Mágico de Oz / Guarda de Oz / Porteiro da Cidade de Esmeraldas)

Ray Bolger (Hunk / Espantalho)

Bert Lahr (Zeke / Leão)

Jack Haley (Hickory / Homem de Lata)

Billie Burke (Glinda)

Margaret Hamilton (Srta. Gulch / Bruxa Má do Oeste)

Charley Grapewin (Tio Henry)

Pat Walshe (Nikko)

Clara Blandick (Tia Em)